#02 - A empregada.

Vamos deixar um pouco de lado o histórico da casa e vamos falar dos novos donos.

Um casal com uma filha, que se chama Ashley. Thor, pai de Ashley havia cometido um suposto “adultério” contra Mary, mãe da garota. A família sofria um grande conflito por causa de tudo isso, mas estavam tentando recomeçar ali naquela nova casa. Mary estava arrumando sua casa até que sua vizinha, Jane, toca a campainha. Ela veio dar um presente de boas vindas, um lindo bolo de chocolate com cobertura de morangos. Mary convidou Jane a entrar, que recusou seu pedido. Jane era uma bela senhora com dois filhos, Addy e Tristan. Addy, uma garota de 14 anos e Tristan um garoto de 16 anos. Sua vida era bem misteriosa para todos, até para mim, eu só havia visitado aquela casa uma vez, mais isso não vem ao caso. Mary guardou o bolo que recebeu para se partido mais tarde após a ceia. Thor era musico, ganhava muito bem, pois tocava em uma das maiores bandas Grunge que existia na época. Já havia até tocado junto com Kurt Cobain em um dos shows do Nirvana. Mary não trabalhava, porque não precisava. Ashley, também com 16 anos, era uma garota muito fechada para o mundo, quase nunca saia de seu quarto, gostava de ler livros e ouvir seu glorioso Rock, gostava de gêneros como Indie, Punk e, aliás, Grunge. Thor andava muito ocupado, sempre, foi quando Mary suspeitou e decidiu segui-lo. Ela viu o que queria e o que não queria. Ele estava saindo com a baterista da sua banda, mas Mary não viu nada alem de um jantar, só que sua mente era fraca para isso e já pensou em várias coisas. Thor disse que aquilo foi apenas um jantar de negócios, mais Mary não acreditou muito. Já era noite, o primeiro dia na casa tinha sido maravilhoso. Até agora! Mary cozinhava seu jantar, quando ouviu passos e uma pequena má sensação. Virou-se e nada havia ali. Decidiu esquecer. Quando ela terminou de fazer seu jantar, ouviu uma voz suave e cansada:

- Não quer ajuda?!

Virou-se imediatamente e levou um tremendo susto. Apesar de ser uma linda empregada que dizia ser a antiga empregada da casa, o susto foi enorme. Mary estranhou que uma moça tão linda e jovem pudera ser a antiga empregada. Constance afirmou que os antigos donos não haviam se mudado há tanto tempo. Mary aceitou sua ajuda na casa, dando um salário mínimo por mês. Constance agradeceu e retirou-se. E é claro que Constance não havia apenas trabalhado pro antigo dono da casa, ela estava ali há muito tempo, tanto tempo que nem consigo me lembrar direito, e olha que sou ótima de memória. Só sei que desde que conheço essa casa ela já trabalhava por aqui.

#01 - O Recomeço

Inglaterra. 

Em uma pequena cidade, porem agitada, onde uma casa acaba de ser vendida, uma longa historia começaria. De inicio parece uma coisa normal, que acontece em qualquer cidade, o fato está no que acontecerá com os novos donos da casa. Não posso te contar muito, mas lhe garanto que a vida deles irá mudar e muito. – Onde estão meus modos, acho que deveria me apresentar. Muito prazer, eu sou a Morte. Por favor, não se assuste, eu não machuco ninguém, pelo contrario, eu salvo vocês da perdição. É por isso que essa casinha me instigou.

- Ela atrapalha o meu serviço. De algum modo não consigo executá-lo.

Bom deixe-me contar um pouco sobre a casa.

Em torno de 1930 um casal comprou um terreno baldio numa rua pouco habitada. Lá construíram uma pequena mansão. Lá construíram suas vidas. Tiveram uma filha linda, com a qual se deu o nome de Sofhy. O pai de Sofhy, Jhow, era um médico respeitado, porém ele sofria de alguns distúrbios, Nancy, mãe de Sofhy, era um pouco mais equilibrada. Muitas foram às vezes que eu aparecia por lá para fazer o meu trabalho. Eles viveram bem durante alguns anos até que os visinhos notaram. Era um cheiro que se sentia a esquinas dali. Os visinhos reuniram-se e decidiram que o melhor a se fazer era chamar uma autoridade. E isso foi feito. Quando a policia chegou a bater na porta, um eco enorme se ouvia. Nada de respostas. Os policias avisaram, e entraram, mas o que eles viram era terrível. Uma mulher, Nancy, sentada com uma criança morta em seus braços, era Sofhy. Logo a policia acalmou a mulher e levou ela até a viatura, mais adentro se ouvia barulhos vindos do porão. Era Jhow, por algum motivo, havia vários restos de corpos por toda parte, e o homem estava sentado em frente a uma mesa costurando algumas partes ao tronco. O homem repetia a frase varias vezes:

- Acalme-se querida, nosso bebê já esta por chegar.

Infelizmente, quando o homem viu a policia entrar ele reagiu e a policia foi obrigada a atirar. Pelo o que se sabe a mulher se matou, só que por algum motivo, as almas que naquela casam foram mortas, continuavam vagando. Eu tento até hoje chegar perto daquela casa, mais tem algo, que é mais forte que eu, que me impede.


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